Salve!
Após um longo jejum de grandes títulos nacionais, o Santos apostou na juventude e montou um verdadeiro "time de sonho" que unia a irreverência dos garotos à ousadia de um futebol extremamente veloz, técnico e envolvente. Sob o comando estratégico de Émerson Leão, os chamados "Meninos da Vila" encantaram o país e resgataram a essência do futebol-arte que sempre marcou a história do clube.
A espinha dorsal daquele esquadrão desfilava talento puro a cada partida, liderada pela segurança do goleiro Fábio Costa, a firmeza de Alex na zaga, a inteligência de Renato e Elano no meio-campo, além da genialidade avassaladora da dupla Diego e Robinho. Após garantirem a classificação para os mata-matas na bacia das almas, terminando a primeira fase na oitava posição, o Alvinegro Praiano destilou sua personalidade e maturidade nas fases decisivas, despachando o favorito São Paulo e o forte time do Grêmio em batalhas épicas para carimbar a vaga na grande final.
A finalíssima contra o rival Corinthians parou o Brasil em dois clássicos eletrizantes no Morumbi. Depois de uma vitória maiúscula por 2 a 0 no primeiro jogo, o Santos carimbou a histórica faixa de campeão nacional ao vencer a partida de volta por 3 a 2, num jogo imortalizado pelas pedaladas inesquecíveis de Robinho e pelos gols que selaram o título nos minutos finais.

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